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segunda-feira, 2 de junho de 2014

O VERDADEIRO SENTIDO DA VIDA


Quando o pai nos cria como espíritos fluídicos ele nos abençoa e nos dá as condições para que possamos vir ao mundo e encarnar numa matéria através da qual desenvolveremos nossa caminhada terrena. Fazendo parte dessa matéria existem os órgãos certos para cada função a ser desempenhada com a finalidade de manter a vida física, a qual só se esvai no momento exato em que esse espírito tiver cumprido todas as determinações divinas.
            Aí pode surgir um questionamento:
            E se por algum motivo esse espírito se desviar desses desígnios e não cumpri-los, ficará para sempre preso a uma única matéria aqui na Terra, ou seja, se tornará imortal?
            Infelizmente essa situação é muito frequente, pois os espíritos ao encarnarem e descobrirem os prazeres que a matéria é capaz de proporcionar-lhes, a eles se habituam e não querem mais deles se desvencilhar.
            Mas o pai tem suas estratégias e com sabedoria e justiça acompanha a caminhada desse espírito até o momento de sua vida terrena em que deveria ter avançado no seu processo evolutivo, o que não aconteceu. Então, simplesmente, o pai desvincula aquele espírito daquela matéria para que ele volte ao mundo espiritual onde será avaliado e orientado no sentido de dar prosseguimento ao seu desenvolvimento evolucional. No mundo dos espíritos ele vai ter a oportunidade de rever sua vida passada e analisar seu desempenho como ser humano encarnado. Através dessa análise, dirigida e acompanhada por espíritos superiores que têm especificamente essa missão, esse espírito descobre suas falhas encarnatórias e pode escolher se quer reencarnar para cumprir as missões das quais se desviou durante a caminhada terrena que finalizou. Se for esse o seu desejo, Deus ainda lhe dá o direito de escolher como quer a matéria que vai lhe servir de vestimenta carnal, de forma que a mesma possa ajudá-lo no cumprimento de suas missões e no resgate de seus carmas. Por exemplo: se um espírito numa vida passada encarnou numa matéria feminina de exuberante beleza e usou essa exuberância para a luxúria, que é um dos sete pecados capitais, ao constatar esse fato após o desencarne, pode pedir para reencarnar numa matéria feminina sem nenhum atributo de beleza, para que assim não seja tentado a repetir seus erros do passado. Nessa nova vida esse espírito pode evoluir a ponto de se tornar livre de carmas merecendo assim a oportunidade de se transformar futuramente num espírito de luz de alta estirpe evolutiva. Mas em muitos casos esse espírito pela segunda vez se desvia de suas missões e dessa forma pode reencarnar inúmeras vezes até que se conscientize da finalidade de sua vinda a esse mundo e cumpra as determinações divinas. É essa a finalidade da reencarnação.

            Aí cabe bem outro questionamento:
            Mas se foi ele que escolheu reencarnar naquela matéria para cumprir o que havia falhado na encarnação anterior, como pode falhar mais uma vez?
            Simples. Quando o espírito reencarna é submetido à Lei do Esquecimento, ou seja, não lembra mais de nada que viveu na encarnação passada. Ao sentir outra vez os prazeres materiais, se entrega novamente a esses sentimentos negativos e, mais uma vez, falha na sua missão.

            E se o espírito escolher não encarnar novamente, como fica o seu processo evolutivo?
            Pode realmente ocorrer casos em que, sendo o espírito ignorante, ele pode escolher não reencarnar e nesse momento entra em ação a sabedoria e a justiça divina, pois o pai sendo bom e justo, não deixará que aquele espírito desperdice tão grande dádiva. Nesse caso ele utiliza-se de sua sapiência para que aquela reencarnação aconteça. Mas pode sim, acontecer de o espírito pelo seu livre arbítrio preferir ficar na erraticidade tornando-se assim vulnerável aos ataques das forças maléficas e passando a praticar o mal, pois sem a reencarnação redentora sua evolução estaciona. Aqui é bom chamar a atenção para o fato de que um espírito nunca regride no grau de evolução que já atingiu, mas pode estacionar nesse nível se desperdiçar a oportunidade que lhe tenha sido oferecida pela espiritualidade superior.
            Uma das maiores dificuldades que os seres encarnados enfrentam ao chegarem ao plano terreno para cumprirem suas missões e resgatarem seus carmas são os apelos constantes da sociedade terrena ao materialismo. Enquanto a matéria desperta no ser humano os seus instintos naturais de sempre buscar o prazer, o espírito lhe aponta as condições sacrificiais através das quais será possível evoluir moralmente no planeta terráqueo. Esses instintos naturais são postos nos espíritos ao serem criados, com a finalidade de serem utilizados como testes quando encarnarem e dispuserem de uma fonte de prazeres constantes que é a matéria carnal. A justiça divina acompanha de perto os espíritos que são enviados à Terra com o objetivo de se aperfeiçoarem e, dessa forma, constata continuamente quais daqueles espíritos conseguem se desvencilhar das tentações terrenas e quais os que a elas se entregam. O mundo material é atualmente uma verdadeira efervescência de situações favoráveis ao desvio do cumprimento das missões espirituais. A tecnologia avançada cria dia a dia uma avalanche de produtos que estimulam nos seres humanos os prazeres desde os mais aceitáveis até os mais condenáveis. Aqui queremos chamar a atenção para a diferença entre um prazer aceitável e um prazer condenável.
            Deus ao criar os espíritos deu-lhes condições de desenvolver sua inteligência com a finalidade de se tornarem agentes ativos nas mudanças do mundo terreno para o qual foram enviados. Com esse requisito o homem deve sempre estar em busca de respostas e soluções para os problemas da humanidade como a cura das doenças, a melhoria de condições alimentares, melhores condições de vida incluindo aí o conforto material que lhe proporcione mais tranquilidade e paz na sua caminhada terrena. Essas condições são merecidas por todos os seres humanos encarnados nesse planeta e não existe nada de errado em lutar por elas com seu trabalho honesto e digno. As crianças desde pequeninas devem ser orientadas nesse sentido, para isso os pais lhes dedicam cuidados especiais educando-as tanto no seio familiar como nas instituições especializadas em realizar essa nobre tarefa. O conhecimento adquirido pela criança é o instrumento que fará dela mais tarde um ser humano digno, justo e honesto que se dedicará ao cumprimento de tão nobre missão, que é aperfeiçoar-se primeiro a si mesmo e depois ajudar ativamente no aperfeiçoamento de toda a humanidade. A luta diária para satisfazer essas condições deve ser o objetivo maior de todos os seres humanos.

            Mas ao analisarmos as ações da humanidade atualmente será que podemos afirmar que esses desígnios estão sendo cumpridos? As ações humanas estão realmente voltadas para esse bem estar individual e coletivo acima descrito? Quantos serão os seres humanos verdadeiramente seguidores das determinações que Deus fez ao colocá-los nesse plano?
            Se formos honestos em nossas respostas afirmaremos que uma pequena minoria de seres humanos se dedica a seguir e realizar o que Deus determinou como suas missões visando a um aperfeiçoamento moral e espiritual deles próprios e da humanidade em geral.
            Destacam-se alguns conhecidos como pacificadores que conseguiram com suas atitudes revolucionar o mundo sendo por isso mesmo vítimas de preconceitos e de críticas infundadas, cujas ações foram deturpadas pelas mentes sórdidas e sombrias detentoras de energias maléficas, chegando a ponto de serem martirizados pelos próprios homens como é o caso mais marcante do grande mestre Jesus. Outros, menos fervorosos, dedicam parte do seu tempo ao seu crescimento espiritual sem descuidar, no entanto, da sua lida material.
            Dessa forma, esses seres humanos conseguem satisfazer seus prazeres materiais sem passarem dos limites e encontram tempo e força de vontade para promover, mesmo que de forma ainda muito tímida, o seu progresso espiritual. Essas são as atitudes consideradas aceitáveis pela espiritualidade, quando o ser humano tenta estabelecer um equilíbrio entre o lado material e o espiritual da vida.
            Mas, na maioria dos casos o que vemos no planeta Terra é o predomínio completo da satisfação material sem nenhuma preocupação com o lado do espírito. São os excessos de todos os tipos, vícios em geral, o prazer pela violência em relação aos outros e a si mesmo, a falta total de respeito pela própria vida e pela vida dos outros, etc. O dinheiro que os governantes poderiam investir na educação geral das pessoas é desperdiçado na construção de presídios para colocar aqueles que não foram educados nem pela família nem pelas instituições educacionais. E assim, se cria um círculo infindável: não se educa as crianças e então é preciso construir locais para enjaular os criminosos. Mas os criminosos têm suas inteligências e as usam para aperfeiçoar cada vez mais suas estratégias criminosas e enquanto isso as crianças, futuros adultos, continuam sem educação o que os torna fortes candidatos aos crimes futuramente. E haja dinheiro para construir prisões para esses criminosos em formação.

           
            Como é possível livrar da delinquência meninos e meninas que não têm um lar para usufruir de um convívio familiar? Como educar essas crianças cujos pais não têm empregos e dedicam-se à malandragem e aos vícios das drogas?
            A única saída para esses pequenos é a rua, o desalento que os leva a um sofrimento tão insuportável que a melhor saída é a fuga através do uso de substâncias que lhes causam a sensação de segurança mesmo que seja tão passageira, que é necessário estar sempre a realimentá-la.

            E para onde irão futuramente essas crianças quando forem adolescentes ou adultos? Para as cadeias de segurança máxima? Que mesmo com esse nome não as seguram porque a força da aprendizagem delinquente nas ruas sempre prevalece? E onde estão nesses seres a essência divina e a missão que Deus lhes designou?
                Totalmente esquecidas e embotadas por essa situação desumana onde o sentido de espírito criado por Deus parece algo tão mentiroso no qual eles jamais acreditarão. A vida torna-se assim para essas crianças algo sem valor e se a sua vida não tem valor como eles vão valorizar a dos outros? Dessa forma, para eles, roubar e matar são atos naturais, fazem parte de suas ações cotidianas. Se eles precisam daquele bem material e não têm, nada mais natural do que tomar de quem tem, mesmo que para isso tenham que matar. Essas, meus irmãos, são as ações consideradas condenáveis pela espiritualidade superior.

            Mas onde buscar os culpados por essa situação? Será Deus o culpado por dar melhores condições de vida a uns e não dar a outros? Serão os pais que não se responsabilizam pelos seus filhos? Ou serão as próprias crianças que escolhem viver esse tipo de vida?
            Na verdade não existem culpados e sim responsáveis que não cumpriram as suas missões, que não buscaram dentro deles a essência divina que os tornariam verdadeiramente seres humanos. E essa responsabilidade é da humanidade inteira, afinal são todos habitantes de um mesmo planeta e a missão de melhorar esse lugar onde moram não é de nenhum isoladamente, mas de todos juntos, unidos com um só objetivo que é melhorar a si mesmo, ajudar seus irmãos a se melhorarem também e assim construírem irmanamente um mundo melhor para todos. Se cada ser humano tivesse dentro de si a consciência dessa realidade e a tomasse como meta de sua vida, a união de todos numa só direção culminaria com um quadro bem diferente do que temos atualmente. Em todos os lares reinariam o amor, a justiça, a paz e a harmonia e esses estados de graça se espalharia pelo planeta como um todo. É essa a meta de nosso pai maior, vê todos os seus filhos como verdadeiros irmãos e a Terra um plano de paz, amor e justiça.
            Você deve estar pensando que isso é impossível. Mas basta a você mesmo fazer a sua parte e ajudar a outros que queiram, a fazerem as suas, e assim quantas pessoas melhores já existirão! Agora imagine se cada uma dessas pessoas estender o seu trabalho a mais um irmão e formar uma grande irmandade! Teremos então uma grande corrente pela melhoria do planeta, e esse é o sentido verdadeiro de vossas vidas, foi para isso que Deus vos enviou aqui para esse plano.



            Se você não estiver a serviço desse bem, dessa melhora de si mesmo, dos seus irmãos e de todo o plano terreno, está fazendo o quê?
            Ninguém é neutro: ou você está a serviço dessa grandiosa obra de Deus, ou está contra ela. Não existe neutralidade.

            Se, segundo suas concepções, você não faz o bem, mas também não faz o mal, então o que você faz? Nada? Fica levando uma vida inútil, satisfazendo somente suas necessidades materiais de trabalhar para angariar ganho financeiro que lhe dê condições de se alimentar, dormir e se satisfazer sexualmente? E você acha que é esse o sentido da vida de um ser humano? E a sua parte como filho de Deus criado a partir de sua essência, onde fica? E o lado espiritual, a alma, o que você está fazendo para engrandecê-la como deve ser feito?  Para você, ter uma religião e frequentar um templo religioso uma vez por semana satisfaz as aspirações de Deus em relação à sua evolução espiritual? E onde fica Deus quando você sai do templo e volta para sua residência e continua fazendo tudo igual? Será que ele fica lá, no templo, ou anda juntinho com você?
            Meus irmãos, a vida não é só essa agitação do dia a dia, onde todos lutam por algo melhor no sentido material. Ser um verdadeiro homem implica em muito mais! É preciso buscar no interior de sua alma a força que Deus lhe deu para lutar pela sua evolução e se utilizar dessa força para desenvolver ações que lhes enobreçam a alma e não somente aquelas que lhes reforcem a matéria. A caminhada terrena não é fácil para nenhum filho de Deus. Quando tudo parece tão bom, tão prazeroso, tão em paz é porque o principal não está sendo feito. Parece cruel, mas é assim que é. Cumprir missões exige sacrifícios, resignação, paciência, doações às vezes de parte da própria vida material. Isso é cumprir missões. Ninguém cumpre missões tendo tudo o que deseja, tendo todas as suas vontades satisfeitas, utilizando-se dos outros para fazer o que é de sua responsabilidade. Isso é enganar-se e tentar enganar aos outros. Mas o pai não se descuida de seus filhos e a ele ninguém engana, pois a vigilância é contínua. Para isso ele envia seus mensageiros a esse plano e os orienta no sentido de acompanhar os irmãos terráqueos, mostrando-lhes o caminho adequado para que cada um se preocupe com o cumprimento de sua missão sem esquecer, no entanto, de sua responsabilidade para com seus irmãos, pois só com essa união o objetivo maior será atingido, que é a regeneração do plano terreno.  Aqueles que se iludem pensando que o simples fato de frequentar um lugar espírita e lá fazer a caridade em dias e horas marcadas representa o cumprimento de seus deveres espirituais, estão longe de entender que a espiritualidade transcende essas práticas, sendo elas somente um complemento e que o mérito maior está nas pequenas ações do dia a dia: na ajuda a um irmão humilde que muitas vezes precisa somente de um sorriso ou de um cumprimento para se sentir mais humano; numa palavra de conforto a alguém que se sente em desespero frente a um problema que lhe aflige; no ato de saber ouvir quando um irmão precisa desabafar o sofrimento que lhe flagela a alma; na palavra que perdoa e faz alguém se sentir melhor; no ato de calar-se evitando pronunciar palavras de ofensa ou de maledicências; no conselho amigo que estimula alguém a refletir sobre suas ações; no abraço fraterno dado com a própria alma para confortar o amigo que sofre; na palavra que ameniza a dor sentimental de um irmão; nos momentos de reflexão onde avalia e redireciona suas próprias ações a fim de aperfeiçoar-se.
            Então, irmãos, são incontáveis as oportunidades que Deus vos oferta a todo instante de vossas existências terrenas visando a sua melhoria espiritual, resta-lhes enxergá-las e aproveitá-las como dádivas divinas e não como obrigações a serem cumpridas. Não desperdicem esses momentos por orgulho ou por medo de parecerem diferentes aos olhos da humanidade, pois felizes daqueles que não têm medo nem vergonha de se diferenciarem dos que erram e se aproximarem mais dos que acertam. Não entregue sua vida à busca de facilidades ou de felicidades passageiras, pois o verdadeiro mérito perante a espiritualidade consiste no enfrentamento das dificuldades e no fato de vencê-las sem necessidade de ofender ou injustiçar a outrem. Sigam seus caminhos dentro desses parâmetros determinados por toda a espiritualidade e sejam realmente pessoas diferentes por destoar da grande maioria que só pensa em si de forma egoísta e desumana. Mas nunca se julgue superior a ninguém por essa diferenciação, pois você não está fazendo nada mais do que cumprir sua missão e não tem o direito de julgar aos outros se eles não querem lhe acompanhar. Deus lhes deu o livre arbítrio e nenhum ser humano tem o direito de nele interferir. Então, não desperdice seu valioso tempo fiscalizando nem maldizendo as ações dos outros, pois Deus não lhe deu esse direito e, além disso, existe a própria espiritualidade autorizada pelo pai para cuidar desses irmãos. O futuro deles não depende de você e sim deles mesmos. Por isso evite ao máximo ocupar seus pensamentos e ações com coisas que não lhe dizem respeito e que somente a Deus é permitido interferir. A sua confiança na espiritualidade deve ser forte o bastante para lhe dar esse apoio, essa segurança. Se isso acontecer você ficará mais livre e mais tranquilo para cuidar de sua evolução sem a perda de tempo desnecessária em se preocupar com o fato de outras pessoas não estarem no caminho certo. No final das contas, cada um vai dar satisfação dos seus atos e nesse momento somente os seus, serão de seu interesse. Ninguém pode cumprir missões por outro, nem mesmo no caso de pais e filhos, e é aí que reside um grande erro da humanidade que é querer realizar pelos filhos o que é somente de responsabilidade deles mesmos. Quando um pai assume os erros pelos seus filhos não está contribuindo em nada para o seu crescimento quer seja material quer seja espiritual. Ao contrário, está lhe roubando a oportunidade de passar por aquela provação que com certeza fazia parte do seu processo evolutivo. O papel dos pais carnais é de cuidadores e conselheiros dos filhos, educando-os com seus próprios exemplos e não os forçando a seguir um caminho que eles não queiram.  Mas jamais os pais devem assumir pelos filhos o cumprimento de suas missões, sendo esse erro um ponto determinante de empecilho para a evolução espiritual humana. Se todos os seres humanos foram criados por Deus e enviados aqui para cumprirem missões e resgatarem carmas, então cada um tem a sua luta, a sua caminhada e nem mesmo os pais devem ou podem assumir isso por seus filhos.

            Meus caros irmãos, espero que com a leitura minuciosa desses textos todos entendam o Verdadeiro Sentido da Vida que Deus lhes deu como mais uma oportunidade de evolução espiritual, e que não desperdicem as oportunidades de repassarem essas verdades para outras pessoas, mesmo que vocês pensem que elas não vão entendê-las, pois a luz divina está em todos os lugares e em algum momento brilhará em suas mentes fazendo-as compreender o que aqui foi passado. Acredite firmemente no que você dirá para elas e mostre-lhes a sua crença através de exemplos, assim como fez o grande mestre Jesus. Dessa forma não haverá como, mais cedo ou mais tarde, a luz divina deixar de brilhar em suas mentes e seus corações. E não esqueçam que essa é a sua missão e nela consiste O Verdadeiro Sentido da Vida nesse planeta.

            Que as Bênçãos de Deus fiquem com todos vocês e os orientem em todos os momentos de suas existências terrenas!
Paz e luz para todos!


Autor Espiritual: Dra. Sara Nóruga
Pela Médium Eunice Gondim