Alegria sempre em nossos corações . . . Muita Paz Saúde Luz e Amor .... Alegria sempre em nossos corações  Muita Paz Saúde Luz e Amor

terça-feira, 19 de maio de 2015

ALGUÉM HOJE

...Organiza as tuas prateleiras de bondade e serve esperança e coragem aos que te busquem apoio.
Alguém hoje ainda talvez te procure pedindo auxílio.
Alguém que provavelmente não fale, mas trará nos olhos ou nos próprios atos a súplica de amparo que a palavra nem sempre diz.
Alguém que terá errado, a rogar-te um gesto de simpatia, a fim de retificar-se; que se vê sob o frio da angústia, esmolando segurança; que haverá perdido afeições inesquecíveis no nevoeiro da morte, a implorar-te reconforto; que padecerá solidão, mendigando alguns momentos de companhia...
Não te afirmes incapaz, nem te digas inútil.
Auxilia como puderes.
O Céu saberá usar-te.
Organiza as tuas prateleiras de bondade e serve esperança e coragem aos que te busquem apoio.
Oferece-te para o trabalho do bem, como te encontras e tal qual és, fazendo o melhor de tí.
NÃO TEMAS. SE DESEJAS RENOVAÇÃO E SE TENS FÉ, podes claramente entrar no serviço ao próximo, a colaborar no supermercado da luz, entregando as bênçãos de Deus.
MEIMEI - CHICO XAVIER

PREVENÇÃO CONTRA O SUICÍDIO

                                                                     

Quando a idéia de suicídio, porventura, te assome à cabeça, reflete, antes de tudo, na Infinita Bondade de Deus, que te instalou na residência planetária, solidamente estruturada, a fim de sustentar-te as segurança no Espaço Cósmico.

Em seguida, ora, pedindo socorro aos Mensageiros da Providencia Divina.

Medita no amor e na necessidade daqueles corações que te usufruem a convivência. Ainda que não lhes conheças, de todos, o afeto que te consagram e embora a impossibilidade em que te reconheces para medir quanto vales para cada um deles, é razoável ponderes quantas lesões de ordem mental lhes causarias com a violência praticada contra ti mesmo.

Se a idéia perniciosa continua a torturar-te, mesmo que te sintas doente, refugia-te no trabalho possível, em que te mostres útil aos que te cercam.

Visita um hospital, onde consigas avaliar as vantagens de que dispões, em confronto com o grande número de companheiros portadores de moléstias irreversíveis.

Vai pessoalmente ao encontro de algum instituo beneficente, a que se recolhem irmãos necessitados de apoio total, para os quais alguns momentos de diálogo amigo se transformam em preciosa medicação.

Lembra-te de alguém que saibas em penúria e busca avistar-te com esse alguém, procurando aliviar-lhe a carga de aflição.

Comparece espontaneamente aos contatos com amigos reeducandos que se encontrem internados em presídios do teu conhecimento, de maneira a prestares a esse ou aquele algum pequenino favor.

Não desprezes a leitura de alguma página esclarecedora, capaz de renovar-te os pensamentos.

Entrega-te ao serviço do bem ao próximo, qualquer que ele seja e faze empenho em esquecer-te, porque a voluntária destruição de tuas possibilidades físicas, não só representa um ato de desconsideração para com as bênçãos que te enriquecem a vida, como também será o teu recolhimento compulsório à intimidade de ti mesmo, no qual, por tempo indefinível, permanecerás no envolvimento de tuas próprias perturbações.
MEIMEI - CHICO XAVIER

sexta-feira, 15 de maio de 2015

ABRINDO O SEU TERCEIRO OLHO. Mensagem do Arcanjo Raziel através de Sharon Taphorn.

  • Todos têm a capacidade de ver com o seu terceiro olho. Para alguns de vocês, ele foi fechado                   por si mesmo, ou por outros, quando criança, porque você ou eles não entendiam isto, você tinha           medo do que via, ou lhe disseram que era apenas a sua imaginação.
    Na verdade, a imaginação é a chave para desvendar e compreender as mensagens, cores e            símbolos que você recebe através do seu terceiro olho. Este é um momento esplêndido para           trabalhar na abertura do seu terceiro olho e intensificar as visões que você recebe, de modo que            possa confiar mais no que está por vir, bem como lhe oferecer uma maior compreensão de sua               vida e como fazer as melhores escolhas para si mesmo em seu agora.
    Quando o seu terceiro olho estiver aberto, você irá receber visões e mensagens, tais como formas,        cores, símbolos, filmes, sonhos e imagens. Você também irá notar estas mensagens com os seus          olhos físicos na forma de sequências de números recorrentes, tais como, 444, 144, 1212, 1111,               bem como símbolos como moedas, penas, arco-íris, nuvens, espíritos de animais e muito mais.
    Seus guias e anjos tentam se comunicar com você de uma forma que você irá entender em seu            tempo presente. Esteja aberto a cada dia para expandir a sua clarividência e peça aos seus anjos          para lhe enviar uma mensagem para deixá-lo saber que você está no melhor caminho e que          entenderá e saberá que é um presente do espírito, e para que receba um sinal.
    Quando o seu terceiro olho se abre, você vê flashes de luz, objetos em movimento e até seres de          outros reinos, embora o último seja menos comum no início, mas que com a prática você também      poderá ver mais do que percebe. Uma vez que a consciência tenha sido aberta, e você começar a                    ver além da 3D, a beleza e as imagens irão surpreendê-lo.
    Seja paciente com você e com o processo. Para alguns, será fácil, para outros levará um pouco                 mais de tempo e poderia ser necessário algum processamento e liberação de experiências                    passadas, desta vida e de outras. Flexione os seus músculos e pratique o uso do seu terceiro olho                em todos os aspectos de sua vida, determinando a sua intenção a cada dia de receber uma           mensagem, insight ou visão para ajudar a conduzi-lo e a viver a sua vida como um co-criador com                 o Divino. Esteja aberto à experiência.
    Quando você começar a trabalhar com o seu chacra do terceiro olho, poderá perceber um        formigamento, coceira ou até mesmo dor no terceiro olho. Além disto, você poderá também sentir      pressão ou dor de cabeça se estiver mantendo muita energia em sua cabeça. Quando isto              acontecer, feche os seus olhos e peça aos seus anjos para ajudá-lo. Invoque o Arcanjo Rafael                 para cura e me invoque, e à minha comitiva de anjos ajudantes, para ajudá-lo a aprender a liberar            esta energia e deixá-la fluir.
    Use um cristal, tal como um quartzo claro ou selenita para ajudar a melhorar as suas visões e            desfrute do processo que está ocorrendo. Se perceber que muito está acontecendo, às vezes,                peça aos seus anjos para que você tenha uma pausa e recupere o seu equilíbrio. Você aprenderá               a se ajustar e a ter mais controle enquanto pratica.
    Assim, vamos reservar um momento agora e começar a acionar a sua glândula pineal e a abri-la               para os reinos mais elevados, enquanto começamos a sintonizá-lo e a abrir o seu terceiro olho        novamente.
    Feche os seus olhos e invoque a minha luz para abrir o seu chacra coronário e em seguida, o seu      terceiro olho. Enquanto estou atrás de você e inicio o meu trabalho, você deveria começar a sentir   atividade em seu terceiro olho e visões de cor e de luz girando, como a energia do cosmos e um formigamento ou atividade em seu chacra coronário também.
    Libere todos os medos e permita que o processo se revele e sinta o calor fluindo sobre você,            enquanto o nosso trabalho é realizado. Para aqueles que estão mais ansiosos por mais, coloque             uma peça de lápis-lazúli em seu terceiro olho ou use, ou segure, a pedra com você quando estiver trabalhando no aumento deste sentido. Limpar o quartzo com todas as belas cores do arco-íris                pode também ajudá-lo a se conectar.
    Cada belo cristal mantém dentro dele uma mensagem que você poderá começar a compreender           quando trabalhar com a abertura de suas habilidades para sentir e ver mais.
    Permita que o processo ocorra em seu próprio ritmo. Não há pressa, não há nenhuma prova.            Visualize o seu terceiro olho se expandindo como as pétalas de uma flor de lótus e, em breve,                 você irá perceber que há muito mais para ver e experienciar ao seu redor.
    Desperte o Mago dentro de você e permita que as criações místicas e mágicas se iniciem.
    Abençoado seja, meu amado,
    Arcanjo Raziel
    Direitos Autorais 2011
    A permissão é concedida para cópia e redistribuição da Sabedoria Angélica, sob a condição de que              o conteúdo permaneça completo, que todos os créditos sejam dados à autora e que seja                distribuído gratuitamente.
    Grata
    Tradução: Regina Drumond Chichorro - reginamadrumond@yahoo.com.br

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Por que tantas mortes? Do Livro "A Gênese"


Em tempos de tantas tragédias e perdas de tantas vidas, vejam o que fala Kardec, no livro "A Gênese", sobre este momento que a Humanidade vive.



A Geração Nova 



Para que na Terra sejam felizes os homens, preciso é que somente a povoem Espíritos bons, encarnados e desencarnados, que somente ao bem se dediquem.

Havendo chegado o tempo, grande emigração se verifica dos que a habitam: a dos que praticam o mal pelo mal, ainda não tocados pelo sentimento do bem, os quais, já não sendo dignos do planeta transformado, serão excluídos, porque, senão, lhe ocasionariam de novo perturbação e confusão e constituiriam obstáculo ao progresso.

Irão expiar o endurecimento de seus corações, uns em mundos inferiores, outros em raças terrestres ainda atrasadas, equivalentes a mundos daquela ordem, aos quais levarão os conhecimentos que hajam adquirido, tendo por missão fazê-las avançar.

Substituí-los-ão Espíritos melhores, que farão reinem em seu seio a justiça, a paz e a fraternidade.

A Terra, no dizer dos Espíritos, não terá de transformar-se por meio de um cataclismo que aniquile de súbito uma geração.

A atual desaparecerá gradualmente e a nova lhe sucederá do mesmo modo, sem que haja mudança alguma na ordem natural das coisas.

Tudo, pois, se processará exteriormente, como deve acontecer, com a única, mas capital diferença de que uma parte dos Espíritos que encarnavam na Terra aí não mais tornarão a encarnar.

Em cada criança que nascer, em vez de um Espírito atrasado e inclinado ao mal, que antes nela encarnaria, virá um Espírito mais adiantado e propenso ao bem.

Muito menos, pois, se trata de uma nova geração corpórea, do que de uma nova geração de Espíritos.

Sem dúvida, neste sentido é que Jesus entendia as coisas, quando declarava: «Digo-vos, em verdade, que esta geração não passará sem que estes fatos tenham ocorrido.»

Assim decepcionados ficarão os que contem ver a transformação operar-se por efeitos sobrenaturais e maravilhosos.

A época atual é de transição; confundem-se os elementos das duas gerações.

Colocados no ponto intermédio, assistimos à partida de uma e à chegada da outra, já se assinalando cada uma, no mundo, pelos caracteres que lhes são peculiares.

Têm idéias e pontos de vista opostos as duas gerações que se sucedem.

Pela natureza das disposições morais, porém sobretudo das disposições intuitivas e inatas, torna-se fácil distinguir a qual das duas pertence cada indivíduo.

Cabendo-lhe fundar a era do progresso moral, a nova geração se distingue por inteligência e razão geralmente precoces, juntas ao sentimento inato do bem e a crenças espiritualistas, o que constitui sinal indubitável de certo grau de adiantamento anterior.

Não se comporá exclusivamente de Espíritos eminentemente superiores, mas dos que, já tendo progredido, se acham predispostos a assimilar todas as idéias progressistas e aptos a secundar o movimento de regeneração.

O que, ao contrário, distingue os Espíritos atrasados é, em primeiro lugar, a revolta contra Deus, ao se negarem a reconhecer qualquer poder superior aos poderes humanos; a propensão instintiva para as paixões degradantes, para os sentimentos antifraternos de egoísmo, de orgulho, de inveja, de ciúme; enfim, o apego a tudo o que é material: a sensualidade, a cupidez, a avareza.

Desses vícios é que a Terra tem de ser expurgada pelo afastamento dos que se obstinam em não emendar-se; porque são incompatíveis com o reinado da fraternidade e porque o contacto com eles constituirá sempre um sofrimento para os homens de bem.

Quando a Terra se achar livre deles, os homens caminharão sem óbices para o futuro melhor que lhes está reservado, mesmo neste mundo, por prêmio de seus esforços e de sua perseverança, enquanto esperem que uma depuração mais completa lhes abra o acesso aos mundos superiores.

Não se deve entender que por meio dessa emigração de Espíritos sejam expulsos da Terra e relegados para mundos inferiores todos os Espíritos retardatários.

Muitos, ao contrário, aí voltarão, porquanto muitos há que o são porque cederam ao arrastamento das circunstâncias e do exemplo.

Nesses, a casca é pior do que o cerne.

Uma vez subtraídos à influência da matéria e dos prejuízos do mundo corporal, eles, em sua maioria, verão as coisas de maneira inteiramente diversa daquela por que as viam quando em vida, conforme os múltiplos casos que conhecemos.

Para isso, têm a auxiliá-los Espíritos benévolos que por eles se interessam e se dão pressa em esclarecê-los e em lhes mostrar quão falso era o caminho que seguiam.

Nós mesmos, pelas nossas preces e exortações, podemos concorrer para que eles se melhorem, visto que entre mortos e vivos há perpétua solidariedade.

É muito simples o modo por que se opera a transformação, sendo, como se vê, todo ele de ordem moral, sem se afastar em nada das leis da Natureza.

Sejam os que componham a nova geração Espíritos melhores, ou Espíritos antigos que se melhoraram, o resultado é o mesmo.

Desde que trazem disposições melhores, há sempre uma renovação.

Assim, segundo suas disposições naturais, os Espíritos encarnados formam duas categorias: de um lado, os retardatários, que partem; de outro, os progressistas, que chegam.

O estado dos costumes e da sociedade estará, portanto, no seio de um povo, de uma raça, ou do mundo inteiro, em relação com aquela das duas categorias que preponderar.

Uma comparação vulgar ainda melhor dará a compreender o que se passa nessa circunstância.

Figuremos um regimento composto na sua maioria de homens turbulentos e indisciplinados, os quais ocasionarão nele constantes desordens que a lei penal terá por vezes dificuldades em reprimir.

Esses homens são os mais fortes, porque mais numerosos do que os outros. Eles se amparam, animam e estimulam pelo exemplo. Os poucos bons nenhuma influência exercem; seus conselhos são desprezados; sofrem com a companhia dos outros, que os achincalham e maltratam.

Não é essa uma imagem da sociedade atual?

Suponhamos que esses homens são retirados um a um, dez a dez, cem a cem, do regimento e substituídos gradativamente por iguais números de bons soldados, mesmo por alguns dos que, já tendo sido expulsos, se corrigiram.

Ao cabo de algum tempo, existirá o mesmo regimento, mas transformado. A boa ordem terá sucedido à desordem.

As grandes partidas coletivas, entretanto, não têm por único fim ativar as saídas; têm igualmente o de transformar mais rapidamente o espírito da massa, livrando-a das más influências e o de dar maior ascendente às idéias novas.

Por estarem muitos, apesar de suas imperfeições, maduros para a transformação, é que muitos partem, a fim de apenas se retemperarem em fonte mais pura.

Enquanto se conservassem no mesmo meio e sob as mesmas influências, persistiriam nas suas opiniões e nas suas maneiras de apreciar as coisas.

Uma estada no mundo dos Espíritos bastará para lhes descerrar os olhos, por isso que aí vêem o que não podiam ver na Terra.

O incrédulo, o fanático, o absolutista, poderão, conseguintemente, voltar com idéias inatas de fé, tolerância e liberdade. 

Ao regressarem, acharão mudadas as coisas e experimentarão a influência do novo meio em que houverem nascido. Longe de se oporem às novas idéias, constituir-se-ão seus auxiliares.

A regeneração da Humanidade, portanto, não exige absolutamente a renovação integral dos Espíritos: basta uma modificação em suas disposições morais. 

Essa modificação se opera em todos quantos lhe estão predispostos, desde que sejam subtraídos à influência perniciosa do mundo.

Assim, nem sempre os que voltam são outros Espíritos; são com freqüência os mesmos Espíritos, mas pensando e sentindo de outra maneira.

Quando insulado e individual, esse melhoramento passa despercebido e nenhuma influência ostensiva alcança sobre o mundo.

Muito outro é o efeito, quando a melhora se produz simultaneamente sobre grandes massas, porque, então, conforme as proporções que assuma, numa geração, pode modificar profundamente as idéias de um povo ou de uma raça.

É o que quase sempre se nota depois dos grandes choques que dizimam as populações.

Os flagelos destruidores apenas destroem corpos, não atingem o Espírito; ativam o movimento de vaivém entre o mundo corporal e o mundo espiritual e, por conseguinte, o movimento progressivo dos Espíritos encarnados e desencarnados.

É de notar-se que em todas as épocas da História, às grandes crises sociais se seguiu uma era de progresso.

Opera-se presentemente um desses movimentos gerais, destinados a realizar uma remodelação da Humanidade.

A multiplicidade das causas de destruição constitui sinal característico dos tempos, visto que elas apressarão a eclosão dos novos germens.

São as folhas que caem no outono e às quais sucedem outras folhas cheias de vida, porquanto a Humanidade tem suas estações, como os indivíduos têm suas várias idades.

As folhas mortas da Humanidade caem batidas pelas rajadas e pelos golpes de vento, porém, para renascerem mais vivazes sob o mesmo sopro de vida, que não se extingue, mas se purifica.

Para o materialista, os flagelos destruidores são calamidades carentes de compensação, sem resultados aproveitáveis, pois que, na opinião deles, os aludidos flagelos aniquilam os seres para sempre.

Para aquele, porém, que sabe que a morte unicamente destrói o envoltório, tais flagelos não acarretam as mesmas consequências e não lhe causam o mínimo pavor; ele lhes compreende o objetivo e não ignora que os homens não perdem mais por morrerem juntos, do que por morrerem isolados, dado que, duma forma ou doutra, a isso hão de todos sempre chegar.

Os incrédulos rirão destas coisas e as qualificarão de quiméricas; mas, digam o que disserem, não fugirão à lei comum; cairão a seu turno, como os outros, e, então, que lhes acontecerá?

Eles dizem: “Nada! Viverão.”, no entanto, a despeito de si próprios, se verão, um dia, forçados a abrir os olhos.


(Allan Kardec)



(Extraído do Livro: A Gênese, cap. 18 - Sinais dos Tempos)

O Anjo da Saúde


Angustiado, o Homem enfermo invocou a Proteção do Cristo e clamou em lágrimas copiosas:
– Senhor, ampara-me o coração desalentado no círculo das provas! Esgotaram-se-me os recursos para a resistência... Não posso mais! Minhas noites são prolongadas vigílias, repletas de dor, e meus dias constituem longas horas de aflição permanente! A dor lacera-me as carnes e desarticula-me os ossos... Compadece-te, Senhor meu! Desce um raio de tua divina luz que me restaure a força física, e me reerga o coração humilhado! Desiludido de todos os processos de cura, mobilizados na Terra, volto-me para o Céu, esperando-te a inesgotável misericórdia! ajuda-me, Pastor do Bem! Vê os meus sofrimentos e auxilia-me!...
De joelhos e braços abertos, o peregrino soluçava, contemplando o firmamento.
Ouviu Jesus a oração e enviou-lhe o Anjo da Saúde, que desceu, bondoso e prestativo, surgindo aos olhos deslumbrados do infeliz enfermo.
Em êxtase, o doente fitou o mensageiro e suplicou:
– Emissário do Médico Divino, lava-me as feridas dolorosas, levanta-me o espírito abatido! Há muitos anos sou um miserável sofredor, embora a minha confiança no Pai de Infinita Bondade! De corpo chagado e apodrecido, sinto que a esperança e a crença desertaram de minh'alma! Socorre-me, por piedade, caridoso emissário do Céu!
O gênio tutelar afagou-lhe a fronte, compassivo, e exclamou:
– Meu amigo, põe a consciência nos lábios em oração e responde-me! Tens vivido de acordo com a Vontade de Deus, fugindo aos caprichos do coração? Viveste, até agora, amando o Senhor Supremo, acima de todas as coisas, e querendo ao próximo como a ti mesmo? Dedicaste teu corpo e tuas faculdades à execução das divinas leis?
Presa do antigo hábito de fugir à verdade, o Homem quis proferir qualquer frase tendente a desculpar-se; entretanto, a presença do emissário sublime empolgava-lhe o ser e não conseguia furtar-se ao império absoluto da consciência. Dominado pela realidade, respondeu em soluços:
– Não!... ainda não servi às leis do Senhor como deveria... Contudo, Anjo Bom, compadece-te de mim, a enfermidade consome os meus dias, o sofrimento devora-me!
O enviado pousou a destra na fronte do mísero, como se intentasse arrancar-lhe a verdade do fundo do coração, e interrogou:
– Estarás, porém, disposto a esquecer, de imediato, o pretérito criminoso? Desculparás, fraternalmente, sem qualquer sombra de hesitação, a todos aqueles que te desejam o mal? Auxiliarás o inimigo?
O enfermo dirigiu ao preposto celeste um olhar de terrível angústia, e porque nada respondesse, o mensageiro continuou interrogando:
– Perdoarás sempre, esquecendo ingratidões, injúrias e pedradas? Recomendarás os teus adversários à bênção do Todo Poderoso, reconhecendo que eles são mais infelizes que tu mesmo, pela ignorância coque testemunham? Exercerás a piedade, beneficiando as mãos que te ferem e olvidarás, sem esforço, a boca que calunia?
Compelido pelas forças insofreáveis da consciência, o enfermo respondeu, sem trair a verdade:
– Infelizmente, ainda não posso...
– Não emitirás Pensamentos desarmônicos, ante a felicidade do próximo? – indagou o emissário, afável e benevolente – partilharás a alegria do vizinho e a prosperidade do amigo, como se te pertencessem também? Ajudarás ao irmão mais feliz, na consolidação da ventura que lhe coroa a existência?
O mendigo da saúde recordou suas lutas interiores, junto daqueles que lhe pareciam mais venturosos, e respondeu, sincero:
– Não posso ainda...
– Terás bastante disposição – prosseguiu afetuosamente o interlocutor – para manter viva a própria esperança? compreendendo a paciência de Deus, que nos aguarda a iluminação, há milênios incontáveis, decidir-te-ás a esperar, sem revolta, o entendimento dos teus irmãos de luta, por alguns anos? Saberás calar a desesperação, a fim de auxiliar em nome do Pai Altíssimo, mobilizando as forcas que te foram confiadas?
O desventurado suspirou e disse com tristeza:
– Ainda não me é possível proceder assim...
Após intervalo mais longo, o Anjo voltou a interrogar:
– Cultivaras o silêncio, quando a leviandade e a calúnia espalharem palavras loucas em torno de teu corarão? Defenderás a saúde, evitando as reações invisíveis de pessoas que poderias ofender com as falsas e delituosas apreciações verbais?
– Ainda não sigo semelhante caminho! – exclamou o infortunado.
– Poderás viver – continuava o mensageiro – no legítimo respeito à Natureza, conservando o teu vaso carnal de manifestações na sublime posição de equilíbrio, através da temperança, e cumprindo com fidelidade o programa de serviço, em benefício de ti mesmo e dos semelhantes? Experimentas o prazer de ser útil, sinceramente despreocupado das atitudes alheias de gratidão ou recompensa?
– Ainda não! – murmurou o interpelado em tom angustioso.
O emissário envolveu o infeliz num olhar de compaixão infinita e acrescentou:
– Oh! meu amigo, ainda é cedo para deprecares o socorro dos mensageiros da saúde! Se ainda não sabes viver, perdoar, esperar, compreender, ajudar e servir, de acordo com a Vontade do Altíssimo, ainda lutarás com a enfermidade, por muito tempo. Por enquanto, não peças vantagens que não saberias receber! Roga ao Senhor te conceda a energia necessária para que te afeiçoes à lei do equilíbrio e às exigências da reflexão!
Em seguida, o emissário endereçou-lhe carinhoso gesto de adeus. O infeliz, entretanto, buscando retê-la, exclamou em soluços:
– Oh! enviado do Céu, confiarei em Jesus!
O Anjo contemplou-o, bondoso, e respondeu ternamente:
– Sim, eu sei. Isto, porém, não basta. É necessário que Jesus também possa confiar em ti...
E afastou-se, para dar conta de sua missão, nas esferas mais altas.
Irmão X
do livro: "Lázaro Redivivo"
Francisco Cândido Xavier

Qual é o tamanho do seu pote? - Mestre Kuthumi

Mestre Kuthumi
Canal: Maria Silvia Orlovas 
09.05.2015 


Qual é o tamanho do seu pote?

Nos tempos antigos, quando um homem se candidatava a condição de monge, ele o fazia impulsionado por uma necessidade. Ou, simplesmente porque nada mais lhe cabia.

E, assim que chegava ao Monastério, ele era despido de toda a sua roupa, do seu cabelo, dos seus objetos pessoais e recebia uma roupa igual a de todos os outros, e um pote. Esse pote, para alguns se tornava absolutamente sagrado – o seu objeto mais importante.

Era aquele pote que o acompanhava de manhã – quando ele iria tomar a sua água, lavar o seu rosto. Era aquele pote que ele ia receber o seu desjejum. Era aquele pote que seria oferecido o seu almoço, o seu jantar. E muitas vezes, carregaria a água do seu banho. Imagine que todas as necessidades daquela pessoa se resumiria a um pote.

E aí, grandes mistérios aconteciam. Porque as pessoas que tinham deixado para trás; a sua roupa, as suas histórias familiares, os seus dramas, os seus sentimentos, os seus sofrimentos... Passavam a carregar tudo isso no seu pote.

Muitos eram convidados a manter o silêncio. Outros faziam votos de pobreza, de abstinência e de todo o tipo de exercício espiritual. Alguns se castigavam, outros mentiam que já estavam santos, que tinham superado os desafios da matéria.

  
Outros ainda, achavam que realmente tinham superado os desafios. Que entendiam tudo – que amavam o outro, que compreendiam a realidade da vida. É muito triste, observar os professores assim, tão jovens.

E eu, me tornei um professor jovem. Achei que sabia tudo, achei que podia aconselhar o outro... Achei que podia olhar o outro e achar que a minha verdade era mais iluminada e esclarecida.

Na minha inconsciência, isso acontecia porque era a minha verdade. E aí mesmo, quando os meus professores e colegas discordavam de mim, e vinham tentar me ensinar a dizer que havia uma outra verdade... Havia uma outra luz... Havia uma outra palavra, um outro jeito de ver . Eu não aceitava nada disso.

Porque eu queria que a minha verdade prevalecesse sobre todas as outras.

E vocês? São professores jovens?
Carregam os seus potes e suas verdades, como se fossem grandes tesouros?
Já conseguem abrir os ouvidos e o coração, para entender o outro?

Eu vim de uma família rica. Meus pais tinham dinheiro, condições... Falsos amigos e grandes enganos. Eram ricos de tudo. Ricos do bem – das condições favoráveis; e Ricos do mal – porque eram cercados de desafios que não conseguiam vencer.

O mal não eram as pessoas, isso eu sempre soube. Ainda que meus pais tivessem falsos amigos, as pessoas não eram exatamente más, elas desejavam aquilo que os meus pais tinham.

E aí, vinham atitudes cheias de ganância, de inveja e de desejo que eu não gostava de ver. Eu não entendia o que eram aqueles pensamentos, eu não entendia o que eram aqueles sentimentos, – porque eu era muito jovem – mas, eu entendia que eu não gostava.

E aí, eu imaginei que um dia, colocado num convento... Um dia iniciado o meu caminho como monge... Eu estaria livre de tudo isso. E aí, percebi que não era assim. 
  
Percebi que as pessoas poderiam ser muito pobres, percebi que as pessoas não precisavam de bens, para serem apegadas as coisas que têm.

Um pobre, monge, pode ser apegado ao seu manto e ao seu pote. Como se o manto fosse a mais bela veste, como se o pote fosse de ouro.

E isso foi me desencantando, do monastério, das pessoas, dos amigos que ali fiz. E dos inimigos que também conquistei – porque sem saber, conquistei antipatia de vários. E isso mobilizou que eu saísse desse monastério.

E assim fiz. Porque além de tudo, eu era inconsequente. Jovem, não sabia o que o mundo podia me oferecer, nem aquilo que eu poderia esperar das pessoas. E foi assim que eu cheguei de volta à casa de meus pais.

E ali eu recebi muitas festas, tive namoradas, tive grandes encontros... E aquele mundo – de dinheiro e possibilidades – voltou para mim. Só que eu não entendia mais, eu não fazia mais parte desse mundo.

E, em pouco tempo descobri que eu não pertencia, nem ao convento, nem ao monastério e nem àquele mundo de negócios e de pensamentos que meu pai carregava.

E durante um tempo fiquei muito, muito perdido, porque eu não era um monge. E eu não era um homem rico – um rapaz rico.

O meu cabelo cresceu, a minha barba cresceu... Eu usava roupas normais, que todos usavam. Eu não tinha mais uma identificação, mas, guardei comigo o meu pote. Porque eu sentia que; quem sabe um dia eu precisasse dele de novo.

E aí, eu não brigava mais com o meu pai, eu aceitava mais – eu consegui já enxergá-lo. Mas eu entendi que ali eu não poderia ficar, nem deveria forçar essa convivência. Então eu saí, para uma grande viagem.

E aí, eu descobri que era muito mais leve viajar com poucas malas, com poucas roupas. Mas ainda sim, carregando coisas que eu julgava necessárias. 

 
E fui vendo pessoas, conhecendo lugares... E o Mundo me encantou e desencantou. Até que cheguei a um lugar de estudos, e ali eu tive a minha descoberta, mental e intelectual. Descobri que eu podia fazer viagens: nas leituras, nas conversas, no intelecto.

E ali eu resolvi ser aluno e muito pra frente, comecei a ser um professor. Percebi e hoje compartilho com vocês...

Que a vida é uma evolução. Cada momento pode ser certo e perfeito para você. Mas, os momentos se vencem – como as horas de um relógio. O Tempo passa, as pessoas aprendem, as pessoas evoluem. E aquilo que hoje, é perfeito para você, pode ser que amanhã não seja. E aquilo que hoje lhe cabe, lhe preenche, pode ser que amanhã não faça mais sentido na sua vida. Então caminhe, permita que essa evolução aconteça.

Foi esse o sentido maior, que eu tive, do desapego.

E quando eu me tornei um velho, eu voltei àquele Mosteiro da minha juventude. Porque ali, eu queria passar os últimos anos da minha existência.

Mas não fui como um professor, eu podia ser – eu sabia de muitas coisas, eu aprendi muitas coisas, e eu ensinei muitas coisas. Mas, no momento da minha jornada – quando eu estava mais velho – o meu desejo foi me acalmar.

Foi olhar aqueles que estavam vivendo a vida – aqueles que estavam começando, aqueles que estavam continuando. Porque eu descobri, na minha idade mais madura, que não há nada mais sábio do que observar – observar as pessoas, os hábitos, as palavras, nos observar – com respeito e com amor.

E aí, me vi na minha cela¹*, com aquele pote – compreendendo, que se precisa de muito pouco para viver.

E muitas vezes, olhando pra tudo o que eu tinha... Que naquele momento era pouco, de verdade. Porque eu fui abdicando dos bens materiais – eu não precisava de muitas coisas, como eu disse, nasci numa família de posses. Mas aprendi que a riqueza maior, eu levei dentro de mim, do meu coração, e de tudo aquilo que aprendi com a vida. 

 
E aí, eu me simplifiquei. Eu olhei para o Céu, para aquela natureza que cercava o Convento, e eu pensei: Como eu sou rico. Como eu sou poderoso. Como Deus é generoso comigo, me dando olhos para ver tudo isso... Como Deus é generoso comigo, permitindo que ainda velho, eu não seja surdo. Então posso ouvir os pássaros, posso ouvir as crianças brincando, e os cantos dos meus irmãos monges.

E pensei: Deus me fez um homem tão rico, porque ainda que me faltem alguns dentes, eu tenho um bom paladar e uma boa saúde. E posso comer coisas que me oferecem e que alimentam o meu corpo.

Gratidão. Meus amados... Gratidão.

Quero que vocês vejam espiritualmente.  Soltando os olhos, soltando a imaginação, como era a minha cela¹*. Um lugar simples, muito simples.

Olhem o meu pote... E repensem, nas suas vidas, o que vocês precisam para estar em paz. Para serem pessoas felizes, de verdade.

A Chama Amarela, a qual Eu sirvo, é a Chama da prosperidade, da alegria e do desapego. A consciência iluminada, ela lhe traz esse poder, essa sabedoria – de olhar a si mesmo, de olhar a sua vida.

E nesse momento recebam a energia da Lua Cheia, a energia de Curas e Libertações de Wesak. 

 
Desejo a vocês e ofereço a vocês:

Uma profunda Luz; Liberdade financeira; Alegrias; Realizações; Paz; Harmonia nos relacionamentos; Amizades que façam você crescer; Pessoas que venham para somar, contribuir na sua vida; E emane do seu coração, toda a sua disponibilidade de viver mais leve, de forma mais fácil e mais fluída.

A abundância é esta vibração.

Estamos trabalhando na energia de cada um de vocês, para expandir essa força e essa luz.

Eu Sou Mestre Kuthumi. Tive muitas vidas no Oriente. Muitas vidas como professor, muitas vidas como médico. Trabalhei, sempre pelo bem.

Mas, posso dizer a vocês, que a maior conquista está no Homem com ele mesmo. Não há inimigo maior do que você com você mesmo. E não há amigo mais carinhoso e mais poderoso do que você consigo mesmo.

Recebam as nossas bênçãos e a nossa luz. Amamos vocês.

Tenham paz. 

Cela¹* Cômodo ou acomodação de um monástico dentro de um convento.

_____________________________________________


*O texto de transcrição do áudio, foi levemente editado para uma melhor leitura.
 
Gratidão, Maria Silvia Orlovas  ! Gratidão, Diogo !
 
 

domingo, 10 de maio de 2015

Conclamamo-vos à mudança, ao amor e a paz


Multiplicam-se no plano invisível os vales para os suicidas, e os vales para os abortados; pois a humanidade encarnada não aderindo ao Evangelho do Filho Adorado, Jesus, mantém-se ignorante e sem forças para enfrentar as dificuldades e provas programadas para as efêmeras encarnações.

Quando ainda espíritos livres, suplicam a Misericórdia Divina e anseiam a oportunidade de mergulharem num corpo físico, para esquecimento das culpas pretéritas. Sonham e planejam, com os Emissários Superiores, o meio de atenuar seus delitos, enfrentando provas com o irmão em jornada terrena, para redução de suas culpas, para abrandar o seu remorso, para limpar a sua alma.

No entanto, nos primeiros obstáculos rendem-se a inanição, rendem-se a ação delituosa que lança-os para mais longe do caminho redentor.

Irmãos, divulgai entre os homens que é a última chance na Terra de Expiação de enfrentarem as provas e saírem vitoriosos, e seguirem no curso natural da Lei do Progresso e Evolução de Deus.

Jesus é convosco, e Sua Presença é intensa entre vós.

Não tenhais medo de enfrentar as dificuldades, pois remorso ainda maior advirá se derdes vazão aos instintos e apegar-vos a ilusão da matéria.

Reagis irmãos, estudai e vos transformai à Luz das Lições Divinas que fortalecem a alma, tornando-a forte e corajosa para enfrentar as dores finais e alcançar a vitória.

Não tenhais medo de sofrer, pois a dor será vossa companheira nesta última hora do Planeta de Expiações.

Seguimos convosco, amparando-vos, fortalecendo-vos no trâmite final, porém para nos sentir, devereis comungar conosco do amor, do perdão das ofensas, da transformação verdadeira da alma.

Transformai-vos irmãos, pois a Terra não pode mais esperar por vossas escolhas.

O Planeta é um ser vivo e deseja sair desta dimensão de sofrimentos, porque o seu tempo de provas também acabou e renascerá vitorioso em outra dimensão. Silenciosa e amorosamente suportou vossas agressões, humanidade, e agora reage para abandonar aqueles que não desejam evoluir.

Conclamamo-vos à mudança, ao amor e a paz.

Salve Jesus. Salve a força do amor que nos une.

Maria de Nazareth

GESH – 21/03/2015 – Vigília Abrigo Servos de Jesus – Vila Velha, ES – Brasil

Recrudescem as lutas na Terra


Filhas amadas, a paz seja convosco.

Recrudescem as lutas na Terra. Trata-se da materialização das intensas batalhas do plano invisível.

A densa carga negativa ao redor do Planeta, advinda das emanações de energia de seres humanos encarnados e desencarnados e da forte influência do Astro Intruso, proporciona o meio e as condições necessárias para a materialização das lutas intensas e de seres negativos nas coletividades humanas.

Muitos espíritos presos às paixões terrenas e aos bens materiais e também espíritos das trevas que vagueiam entre a humanidade, todos eles têm conseguido se materializar no plano físico, não somente em sessões mediúnicas de magia negra, mas também nos locais onde as coletividades humanas se reúnem e a revolta e o ódio são manifestações da maioria. Ali, os seres que habitam os planos invisíveis inferiores têm encontrado ambiente propício para manifestarem-se, muitas vezes sem que a pessoa encarnada consiga discernir se o que vê é um espirito materializado ou outro ser encarnado.

As feras estão muito próximas das mentes dos encarnados, devido adensamento da psicosfera desta humanidade; aumentam os conflitos, as guerras, os abusos de toda sorte e os vícios degradantes da alma. Poucos são aqueles que emitem pensamentos de paz, amor e bondade em direção ao Planeta e a sua humanidade; porém, aqueles que o fazem com fé, alcançam a Luz do Divino Mestre que, do Alto, sustenta o drama do Apocalipse.

Aqueles que se encontram encarnados nessa hora são almas milenares que não conseguiram suplantar a própria inferioridade, não conseguiram sair vitoriosos das provas redentoras e, nesse momento, no fechar do Ciclo Planetário, recebem da Misericórdia Divina, a última oportunidade de alcançarem um mundo melhor.

Os direitistas se debatem ante a fúria dos opositores da Luz e cada um enfrentará lutas, batalhas e provas necessárias ao seu adiantamento espiritual.

Outrora, negligenciastes as oportunidades de progresso; agora, nesse momento de maiores dificuldades, tereis que enfrentar a turba perversa e perigosa, o ambiente denso e cruel e suplantar as próprias dores e dificuldades para vencer.

Aqueles que foram preparados, encontrarão o caminho libertador.

Tende fé, filhas amadas, Jesus é convosco.

Vosso Mestre Shama Hare.

Deixo-vos a paz e o amor e a nossa presença segue convosco.

Salve Jesus! Salve a Luz que nos guia!

Mestre Shama Hare

GESH – 06/03/2015 – Vitoria, ES – Brasil

A seleção dos vivos e dos mortos acontece


Diante da Criação, é muito pouco o que aprendi nas lides socorristas ao irmão que padece no Além Túmulo.

Percebemos um alarido intenso nos planos invisíveis onde habitam os sofredores.

Um número maior de almas desemboca no Além, pela morte física, em bandos, desprovidos de todo e qualquer conhecimento da sobrevivência da alma, e da continuidade da vida após a morte.

Debatem-se entorpecidos, confusos, desorientados e cegos de ódio, apegos, vícios e maldades, fazendo com que, o ambiente em torno da humanidade encarnada, permaneça em constante pressão negativa, estimulando e conduzindo as mentes no plano físico a maiores desatinos e quedas morais.

Nem todos os sofredores que aportam do lado de cá é socorrido de imediato; muitos permanecem tempo prolongado no seio da sociedade encarnada, invisível aos olhos daqueles que albergam um corpo físico, porém, influenciando e conduzindo as ações humanas.

Não é somente pelo desconhecimento da vida extra corpórea e da intensa atividade no invisível que o caos está instalado entre os seres humanos dos dois mundos, visível e invisível. É pela ausência de amor, "aquele amor ensinado por Jesus".

Pensam que Jesus é apenas um mito que deve ser cultuado nos suntuosos templos frios; porém, Sua humildade e ternura; Sua bondade e fé, são ignorados.

A sociedade atual está falida perante os códigos elevados do Evangelho Redentor.

A seleção dos vivos e dos mortos acontece e o exílio é a realidade que os irmãos de humanidade não desejam conhecer.

Jesus nos abençoe.

Luiz Sérgio

GESH – 13/02/2015 – Vitória – ES – Brasil

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Debater-se nas trevas é dolorosa maneira de viver!


Irmãos, paz na Terra e bondade no coração dos homens!

Os seres que anunciaram a vinda de Jesus e disseminaram a Boa Nova da presença do Ser de Luz na Terra, retornaram aos seus palácios luminescentes. E Jesus desceu, Foco de Luz a iluminar a escuridão da Terra.

Porém, irmãos, ainda hoje há muita escuridão e trevas. Milhares de almas debatem-se, recusando-se a elevar seus pensamentos à Luz Maior.

Aqueles que entenderam as lições enviadas pelo Cristo Planetário e que com Ele estão sintonizados no amor e na prática do bem devem semear a luz do entendimento entre as criaturas e a esperança de um porvir renovado.

A esperança deve ser cultivada nos corações, para que saibam que as tormentas inevitáveis terão um fim e um sol radioso despontará no horizonte da Terra Renovada, onde aqueles que permaneceram com as mentes e corações ligados à Luz do Cristo alcançarão o porvir na Terra de Promissão.

Debater-se nas trevas é dolorosa maneira de viver. Os ignorantes insistem em vivenciar essa experiência. Mas, para eles, elevemos nosso pensamento a Deus, suplicando que o Seu Amor, que abrange e envolve todas as criaturas, os alcance. E que eles também, reconhecendo o Amor Infinito do Pai, consigam alçarem-se, das trevas para a luz.

Irmãos amados, a luta entre o bem e o mal alcança o seu apogeu, e a Veneranda figura de Jesus está acima do caos, pairando iluminada, espargindo o Seu Amor, Sua Força e Sua Luz, para o campo de batalha da Terra.

Irmãos da Terra, o Juízo Final é a realidade que não desejais enfrentar, porém, não haverá paz enquanto não enfrentardes o "ranger de dentes".

Saudamo-vos em nome do Amor.

Somos os Jardineiros do Espaço e servimos ao Criador, auxiliando os Seus filhos menores em evolução, peregrinando pelos planetas rústicos do Universo.

Salve a Luz. Salve o Amor. Salve Jesus.

Jardineiros do Espaço

GESH – 13/12/2014 – Vigília Abrigo Servos de Jesus – Vila Velha, ES – Brasil